Jair Bolsonaro, atualmente inelegível e sem mandato, não terá qualquer relevância na administração de Goiânia ou condições mínimas de auxiliar na gestão do município. É essencial que a população entenda que, a partir de 1º de janeiro do próximo ano, a gestão da capital será conduzida pelo prefeito eleito, cuja capacidade de gestão, experiência administrativa e habilidade política são cruciais para garantir a governabilidade e atender às demandas da população.
Apostar em um candidato apenas pela ideologia que ele defende, desconsiderando a experiência e a competência comprovadas, é um equívoco. Goiânia, com seus 1,5 milhões de habitantes, necessita de um gestor que tenha demonstrado habilidades práticas, seja na vida pública ou privada, capaz de enfrentar os desafios da cidade com seriedade e eficácia.
Uma vez vencida as eleições, o prefeito eleito será o gestor de todos os goianienses e não apenas daqueles que se identificam ideologicamente com ele. É fundamental que o eleito consiga dialogar com todos os segmentos da sociedade, que são vários numa metrópole como Goiânia, e que se situam de um extremo ao outro do espectro político brasileiro.
Por isso, é fundamental priorizar candidatos que não apenas se apresentem como representantes de uma ideologia política, mas que também possuam um histórico de resultados positivos em sua vida profissional. O futuro da cidade deve ser construído com base em experiências concretas, e não em ideologias que podem não se traduzir em soluções viáveis para os problemas enfrentados pelos cidadãos goianienses.