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Política

AtlasIntel aponta favoritismo de Daniel Vilela na disputa pelo governo de Goiás em 2026

A soma de aprovação popular do governo Caiado, base política consolidada e obras visíveis colocam o vice-governador em posição de alcançar a vitória ainda no primeiro turno, segundo o levantamento

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Daniel Vilela abre mais de 30 pontos percentuais sobre adversários numa eventual disputa de segundo turno em Goiás

A pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta sexta-feira (26), coloca o vice-governador de Goiás e presidente do MDB goiano, Daniel Vilela, como franco favorito para a disputa ao governo estadual em 2026. Em todos os cenários testados, Vilela aparece com larga vantagem em relação a seus adversários, consolidando-se como o nome a ser batido.

No levantamento, realizado entre os dias 17 e 23 de setembro com 2.872 eleitores, o emedebista alcançou 42,3% das intenções de voto no cenário principal, seguido de Wilder Morais (PL), com 16,5%, Marconi Perillo (PSDB), com 15,6%, e Adriana Accorsi (PT), com 15,4%. A expressiva diferença numérica aponta para um quadro em que Daniel se posiciona muito à frente dos concorrentes, com chances, inclusive, de vencer o pleito já no primeiro turno. Segundo a pesquisa, outros somaram 6,3%; brancos e nulos 1,2%, e não sabem ou não opinaram 2,7%. A margem de erro é de 2 p.p. para mais ou para menos.

Num outro cenário, sem o ex-governador Marconi Perillo, mas com a inclusão do deputado bolsonarista Gustavo Gayer (PL), Daniel Vilela amplia seus números. O emedebista alcança 43,1% das intenções de voto, contra 25,4% de Gayer e 21,4% de Adriana Accorsi. Os números mostram que, independentemente da configuração, a liderança de Vilela se mantém estável e confortável, indicando solidez em sua base de apoio e boa penetração em diferentes segmentos do eleitorado goiano.

Já numa eventual disputa de segundo turno, Daniel Vilela ratifica sua liderança e venceria com folga todos os demais adversários. Em disputa direta com Marconi Perillo, o emedebista venceria com uma diferença de mais de 30 pontos: 58% a 26%. Nesse cenário, 16% votariam nulos ou não sabem. Contra Wilder Morais, a diferença seria ainda maior: Daniel teria 56%, contra 23% do liberal. Se o segundo turno fosse contra Adriana Accorsi, Daniel venceria ainda com mais folga: 59% para o emedebista e 23% para a petista. O vice-governador também venceria a eleições para o governo, caso o adversário fosse Gustavo Gayer. Nesse cenário, Daniel somaria 53% das intenções de voto, contra 26% do bolsonarista.

Esse desempenho não pode ser analisado como um fato isolado. A força de Daniel Vilela é resultado direto de uma equação política que combina a herança positiva da gestão de Ronaldo Caiado com sua própria habilidade de articulação. Como vice-governador, Vilela herdou a imagem de uma administração marcada pela estabilidade fiscal, avanços consistentes na saúde pública e reconhecimento nacional na área da segurança. Esse capital político, somado à sua trajetória como parlamentar e dirigente partidário, confere a ele credibilidade e legitimidade para se apresentar como o sucessor natural do atual governador.

O cenário revelado pela pesquisa reforça a percepção de que, em Goiás, a população associa a candidatura de Daniel Vilela à continuidade de um ciclo de estabilidade e desenvolvimento. Ao mesmo tempo, expõe a dificuldade da oposição em construir uma narrativa capaz de rivalizar com o projeto emedebista. Enquanto bolsonaristas e tucanos dividem espaço e fragmentam votos, o emedebista consolida sua liderança, transformando a disputa de 2026, neste momento, em um jogo em que ele larga com grande vantagem estrutural e eleitoral.

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