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Política

Com aval de Bolsonaro, PL deve integrar chapa governista em Goiás nas eleições do ano que vem

Em encontro com Bolsonaro, o governador Ronaldo Caiado lembrou ao liberal que a hora é de somar forças. Para Caiado, a direita goiana deve focar no que interessa ao ex-presidente: ampliar sua influência no Senado

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Em reunião com Bolsonaro, o governador Ronaldo Caiado sugeriu que a direita caminhe unida também em Goiás

A movimentação política em Goiás revela articulações estratégicas de olho nas eleições de 2026. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), enquanto principal liderança do Partido Liberal e interessado direto na formação de uma bancada robusta no Senado, deve acatar o pedido do governador Ronaldo Caiado (União) e autorizar uma composição política que una sua sigla à base governista no Estado.

A proposta foi feita por Caiado pessoalmente, durante visita recente de Bolsonaro a Goiânia, com o objetivo de selar um acordo para que o PL componha a chapa majoritária da base, indicando o nome ao Senado e abrindo mão de uma candidatura ao governo.

Caiado, que ostenta 86% de aprovação e é o governador mais bem avaliado do Brasil, argumentou que a unificação das forças de direita e centro-dirita em Goiás é estratégica para garantir vitórias majoritárias em 2026, tanto em âmbito estadual quanto federal. Nesse cenário, o nome natural à sucessão é o do atual vice-governador Daniel Vilela (MDB), cuja candidatura deve contar com o apoio irrestrito de Caiado.

A entrada do PL na chapa, provavelmente por meio de uma vaga ao Senado, seria uma solução equilibrada, evitando divisões internas e fortalecendo a direita local.

Pré-candidata ao Senado, Gracinha acredita numa composição com o PL

Ouvida pelo O Popular, a primeira-dama Gracinha Caiado (União), apontada como pré-candidata ao Senado nas eleições do próximo ano, foi incisiva ao dizer que acredita na viabilidade de uma aliança com o PL de Bolsonaro em Goiás.

Segundo Gracinha, ela e Caiado sempre estiveram juntos nos momentos mais difíceis do ex-presidente. “Acho que todos já reconheceram que PL, União Brasil e PP precisam andar juntos”, pontuou.

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