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Política

Daniel Vilela é o único nome capaz de impedir retrocessos na segurança pública, avalia secretário

Coronel Brum afirma que vice-governador tem alinhamento e firmeza para manter o modelo que derrubou a criminalidade no estado

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Vice-governador Daniel Vilela deve assumir o governo em abril do próximo ano

Ao afirmar que Goiás alcançou um “avanço histórico” na segurança pública, reconhecido em todo o país, o secretário de Segurança Pública, coronel Renato Brum, declarou apoio direto ao vice-governador Daniel Vilela (MDB) para a disputa ao governo em 2026. Brum sustenta que Daniel é o único nome capaz de garantir a continuidade do modelo que levou o estado a reduzir a criminalidade a patamares inéditos, preservando a política implantada pelo governador Ronaldo Caiado (União Brasil). “Daniel compreende a dimensão estratégica da segurança e já demonstrou que a trata como prioridade absoluta”, afirmou.

O secretário lembra que, nos períodos em que Daniel assumiu o comando do Executivo como governador em exercício, o vice mostrou alinhamento total às diretrizes da segurança pública, mantendo ritmo, foco e coerência. Para Brum, esses intervalos foram marcados por avanços concretos — da ampliação da integração entre as forças policiais ao fortalecimento do videomonitoramento inteligente. “Ele conduz a área com firmeza e preserva tudo aquilo que comprovadamente funcionou”, destacou.

Brum reforça que os resultados construídos desde 2019 só serão mantidos se houver continuidade administrativa. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública aponta que a taxa de homicídios em Goiás despencou de 39,3 por 100 mil habitantes, em 2018, para 18,8, ficando abaixo da média nacional. Em outubro último, o estado registrou o menor número de homicídios da série histórica: 57 casos em 35 municípios — com 86% das cidades sem nenhum assassinato.

Os efeitos dessa política, diz o secretário, estão no cotidiano dos goianos. Desde 2018, os indicadores mostram quedas expressivas: roubos a transeuntes (-92%), roubos de veículos (-95%), ao comércio (-92%), a residências (-85%), de carga (-98%) e latrocínios (-95%). Além disso, Goiás não registrou nenhum episódio de “novo cangaço” no período, resultado atribuído à estratégia de enfrentamento ostensivo.

Para Brum, preservar esse cenário exige investimentos contínuos, tecnologia avançada e uma liderança comprometida com o atual projeto. E, segundo ele, Daniel Vilela é o único que reúne as condições políticas e administrativas para impedir retrocessos. “Tenho convicção de que Daniel continuará garantindo que Goiás seja referência nacional em segurança pública”, conclui.

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