A mais recente rodada de pesquisas eleitorais em Goiás consolida o vice-governador e pré-candidato à reeleição, Daniel Vilela (MDB), como o principal nome na corrida pelo Palácio das Esmeraldas. Levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado nesta quarta-feira (18), aponta que o emedebista lidera com folga todos os cenários testados, ancorado, sobretudo, na condição de representante da continuidade de um governo amplamente aprovado. Os números revelam não apenas uma vantagem circunstancial, mas um posicionamento eleitoral já consolidado na largada da disputa.
No cenário estimulado de primeiro turno, Daniel Vilela aparece com 36% das intenções de voto, abrindo dez pontos de vantagem sobre o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), que soma 26%. Mais atrás, Wilder Morais (PL) aparece na terceira colocação, com 13%. O contingente de eleitores indecisos, que inclui nulos, brancos e aqueles que não souberam responder, chega a 20%. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 16 e 17 de março, possui margem de erro de dois pontos percentuais e está registrada no TSE sob o número GO-07569/2026.
Quando projetado o segundo turno, o favoritismo de Daniel se amplia de forma ainda mais expressiva. Em um eventual confronto com Marconi Perillo, o pré-candidato do MDB alcança 47% das intenções de voto, contra 29% do tucano. Já em uma disputa contra Wilder Morais, a vantagem é ainda maior: 49% a 25%. Além de liderar os cenários de intenção de voto, Daniel Vilela é o menos rejeitado entre seus principais adversários. Enquanto o tucano é rejeitado por 40% dos eleitores, e Wilder por 32%, Daniel recebeu 24% de menções negativas dos entrevistados.
Os dados do Real Time Big Data dialogam com levantamento recente do instituto Igape, que já havia apontado uma vantagem de 13 pontos de Daniel sobre Perillo, reforçando a consistência do cenário. Mais do que números isolados, as pesquisas refletem um ambiente político marcado pela aprovação do atual governo e pela ampla base de apoio construída, que reúne mais de 200 prefeitos e a maioria dos deputados estaduais. Nesse contexto, a eleição ganha contornos plebiscitários: ao liderar com margem segura, Daniel Vilela capitaliza a percepção de continuidade de uma gestão bem avaliada, transformando a disputa em uma escolha direta do eleitor entre manter o atual rumo ou promover uma ruptura.
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